Bom dia!

Bom dia a tod@s ! Após 6 meses de férias do mundo estamos retornando à virtualia. São milhares de mensagens recebidas e ainda não lidas e muitas tarefas para cumprir… assim preciso contar com a paciência d@s amig@s. Forte abraço a tod@s.

Hugo Lapa: Por que eu odeio o PT?

ProUni_Pedreiro

Hugo Lapa

Muitas pessoas perguntam por que eu tenho tanto ódio do PT. Odeio mesmo, muito, essa corja do PT.

Eis os motivos pelos quais eu odeio o PT:

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo o desemprego atingiu o menor taxa histórica, ficando em 4,6%. Quando o PT entrou no poder, o desemprego era de 13%. Em dez anos houve um aumento de 65% do emprego no Brasil, segundo o IBGE. Trata-se de uma das menores taxas de desemprego do mundo. Odeio pobre tendo emprego.

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo o salário mínimo atingiu seu maior poder de compra desde 1979. O salário mínimo que antes valia 70 dólares, hoje em dia vale mais de 300 dólares. O poder de compra do salário mínimo aumenta a cada ano. É um absurdo essa gentalha ter mais dinheiro. Eu gosto da Dona Florinda.

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles construíram 18 novas universidades federais, como a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) em Mossoró (RN), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) Cruz das Almas (BA) e a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) Petrolina (PE), todas essas no nordeste. Isso implica em pobres terem mais acesso ao ensino superior gratuito de qualidade. Um absurdo!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o Prouni que já ofereceu 1,2 milhão de bolsas para estudantes pobres em universidades privadas, sendo 69% dessas bolsas são integrais e os alunos não pagam nada para cursar o ensino superior. Agora eu tenho que ficar dividindo a minha faculdade privada com esse pessoal de baixa renda. Imagine que o filho da minha ex-empregada estuda comigo lá. Vê se pode isso!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram 214 escolas técnicas, enquanto em toda a história do Brasil foram criadas 140 escolas técnicas. Bom mesmo era no governo anterior que não criou nenhuma escola técnica e ainda foi votada uma lei que impedia o surgimento de novas escolas técnicas. E esses petistas malditos ainda triplicaram os investimentos em educação nesses dez anos, e tiveram a ousadia de aprovar 75% do fundo social do pré-sal para a educação. Tem que trucidar esses petistas!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles baixaram a conta de luz de todos os brasileiros, em 18% para residências e em até 32% para indústrias. Graças a esse absurdo, hoje o Brasil possui a quarta menor tarifa de energia elétrica do mundo. Ai que ódio!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram uma maldição chamada Bolsa Família. Esse programa atende quase 15 milhões de famílias e hoje são mais de 50 milhões de pessoas beneficiadas com a transferência de valores entre R$70,00 e R$300,00 mensais. Esse programa diminuiu a mortalidade infantil, ampliou a alimentação do povo e ajudou a colocar os filhos dos pobres na escola. Fiquei ainda mais bravo em saber que 75% dos beneficiários do programa trabalham e que cada 1 real transferido ao Bolsa Família acrescenta R$1,78 à economia do país, segundo pesquisa. Além disso, mais de 1,7 milhão de pessoas (12% do total) já deixaram o benefício voluntariamente por terem uma melhora em sua renda e desejarem que outras famílias tenham direito ao programa. Eita povinho chato esse brasileiro! E para completar, o Bolsa Família reduziu a miséria em 28% só em 2012. Que ódio desse PT!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o Programa Mais Médicos, que já trouxe mais de 6 mil médicos estrangeiros para atenderem a população pobre do Brasil que antes não tinha acesso a atendimento médico. Até abril de 2014 serão 13 mil médicos estrangeiros no Brasil, o que dará um cobertura médica a 46 milhões de pessoas pobres que moram nos rincões mais distantes do país. Agora a Dilma fala que pode trazer ainda mais médicos além dos 13 mil que estão chegando. E esse desgraçado desse PT ainda aumenta a verba da saúde de R$33 bilhões para R$100 bilhões, além de dobrar o número de vagas para médicos em universidades públicas. Estão certos os médicos brasileiros! Esse negócio de sair do conforto das grandes cidades para ir aos lugares pobres do país é coisa de médico cubano!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles diminuíram a pobreza do Brasil. Somente no governo Lula a pobreza diminuiu em 50,6% de junho de 2003 a dezembro de 2010, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). Agora o pobre aumentou seu poder de compra, pode andar de carro e de avião, e eu tenho que ficar dividindo o assento do meu voo com o zé povinho farofeiro.

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo a desigualdade caiu ao menor nível de toda a história documentada, segundo o IPEA. O índice de Gini, que mede a desigualdade, foi de 0,527, o menor desde 1960. Por isso que tem tanto pobre passando a consumir mais e com uma vida melhor, que saco! Mal dá para andar no shopping em paz!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o Luz para Todos. Um programa nacional que investiu pesado em estruturas elétricas para populações de baixa renda, levando eletricidade para mais de 15 milhões de pessoas. Hoje em dia quase não existem mais brasileiros sem acesso à energia. Esse programa ajudou as populações que moram nos locais mais distantes e pobres do país a usar a energia elétrica para eletrodomésticos, para aumentar a produção do seu trabalho e outras utilidades. E o que me interessa se pobre lá longe tem luz? O lampião não funcionava direitinho?

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o Pronatec, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, que ampliou a oferta de cursos profissionalizantes no país para pessoas pobres. Até hoje o Pronatec está levando cursos profissionalizantes gratuitos a cerca de 700 mil pessoas de baixa renda, e são estimadas 1 milhão de vagas preenchidas em cursos até dezembro de 2014. É de deixar qualquer burguês com raiva!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o Minha Casa, Minha Vida, um programa social que já contratou mais de 3 milhões de casas para pessoas de baixa renda poderem morar. Dessas 3 milhões, mais de 1,4 milhão de moradias já foram entregues para os pobres. Não satisfeito, o PT criou o Minha Casa Melhor, que permite os pobres beneficiários do Minha Casa Minha Vida comprarem móveis e eletrodomésticos para sua nova casa com um cartão dado pelo governo, com juros mínimos e prazos longos. Não é uma sacanagem isso?

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O PAC já investiu o montante de R$665 bilhões em obras de infraestrutura no Brasil, fazendo do Brasil um dos países que mais possuem obras em andamento do mundo. O PAC gerou um grande número de empregos no país, e esse foi um dos fatores da diminuição do desemprego. O volume de investimentos do PAC também provocou efeitos positivos na economia, ajudando no crescimento e desenvolvimento do país, além de permitir a construção de obras importantíssimas em várias áreas diferentes. Não é de se ranger os dentes?

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles conseguiram controlar a inflação mais do que o governo anterior. A inflação média nos 8 anos de governo FHC foi de 9,1%, enquanto a inflação média dos 8 anos de governo Lula foram de 5,7%. A Dilma ainda completou esse quadro com a desoneração total dos produtos da cesta básica. Não quero nem falar mais disso!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles conseguiram acumular um montante de US$378 bilhões de reservas internacionais. No governo anterior o Brasil tinha apenas US$37,8 bilhões de reservas, o que tornava o país mais vulnerável a crises internacionais. Ou seja, em dez anos o PT aumentou em dez vezes as reservas internacionais do Brasil. Isso melhora a visão de investidores externos e aumenta a confiança no país. Eu preferia quando o FMI ditava nossa política econômica!

Eu odeio o PT porque em dez anos de governo eles criaram o projeto Farmácia Popular, em 2004, que vende mais de 100 medicamentos a preço de custo para populações de baixa renda. Existem quase 600 unidades de Farmácias Populares no Brasil onde os medicamentos são vendidos a até 10% do valor do medicamento nas farmácias normais. Por exemplo, se um medicamento custa R$100,00 ele pode ser vendido a até R$10,00 numa farmácia popular. Medicamentos mais baratos para os pobres me deixa bem irritado

A SAÚDE que temos, o SUS que queremos.

 

O Ministério da Saúde receberá entre esta quinta (31/01) e sexta-feira (1º/02) as secretárias e os secretários municipais de saúde. Realizado logo em seguida ao Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas, o evento tem o objetivo de acolher os novos gestores e ajudá-los a conduzir a administração de sua cidade, com programas e ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. O ministro Alexandre Padilha fará a abertura nesta quinta-feira (31), às 20 horas, no Centro de Eventos Brasil 21.

Durante o evento serão apresentadas as principais políticas e linhas de financiamento do ministério para os municípios brasileiros. Haverá 40 mesas de atendimento aos gestores municipais, além de 14 oficinas onde serão apresentados e debatidos temas como Construção e Reforma de Unidade Básica de Saúde, Cartão SUS, PROVAB, Rede Cegonha, UPA, dentre outros.

São esperados cerca de 2 mil secretários de saúde. Os interessados ainda podem se inscrever durante…

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A hora do PT: um ano novo digno desse nome

Da Carta Maior – Saul Leblon

NATALOs fatos caminham à frente das idéias. Mas é preciso ajudá-los com a materialidade destas para que a história possa girar a sua roda e sancionar os novos sujeitos, que por sua vez vão protagonizar fatos fundadores do período seguinte. Assim sucessivamente.

O nascimento de um partido – um verdadeiro partido — representa de certa forma a fusão desses diferentes momentos. É ao mesmo tempo um fato, uma ideia e um sujeito. 

Mas até quando? 

A pergunta reverbera o divisor vivido hoje pelo PT. Em que medida o partido ainda persiste como portador do tríplice mandato da história?

Mais que isso: quais forças e que lideranças serão capazes de conduzir a renovação desse mandato no horizonte dos desafios marmorizados na crise da ordem neoliberal?

Fundado em fevereiro de 1980, o PT completa 33 anos em 2013. 

Quase um terço de sua existência se deu no comando da Nação. Isso propiciou aos quadros dirigentes um acervo único de experiência nas condições difíceis da política brasileira. 

Com Dilma, o PT completa o terceiro mandato presidencial.Não se pode dizer mais, como se dizia em 2002, que esse partido não sabe governar o capitalismo brasileiro.

O aprendizado teve um preço; marcou o rosto e a alma petista. Ademais da experiência ímpar, ele gerou, também, um escopo de responsabilidades e compromissos cujo peso tende a frear o ímpeto renovador da legenda. 

A frase ‘o interesse dos gabinetes passa a predominar sobre as inquietações das bases’ serve indistintamente a legendas progressistas que ascenderam ao poder.

Tampouco é estranha ao PT.

O quanto influenciará no enfretamento da pauta agendada para 2013 e 2014 é a interrogação que paira não apenas sobre o destino do partido.

Não se trata de questão particular aos petistas. Ela fala à democracia e ao destino do desenvolvimento na próxima década. Nesse sentido fala à presente e futura geração de brasileiros.

O PT enfrentará de agora em diante uma situação singular.

Seu peso específico na sociedade nunca foi tão relevante. A disjuntiva é única na história nacional: se esse partido progressista souber avançar à contrapelo da estagnação inerente à passagem pelo poder, mudará o horizonte brasileiro; se tropeçar ou se acanhar, seu fracasso será também em grande medida o fracasso da Nação.

A calcificação tem sido a regra histórica da passagem pelo governo. Mas a história não é fatalidade. E a sorte do PT dispõe de contrapesos poderosos. 

De alguma forma a trajetória do partido e a das forças progressistas reordenadas ao seu redor foi condicionada nessa última década por dois impulsos.

Um primeiro, de predominância defensiva, pode ser arbitrariamente delimitado entre a chegada ao governo, em 2002, até a reeleição, em 2006. O segundo, de transição, respondeu ao colapso da ordem neoliberala partir de 2008 e assim perdura até os nossos dias. 

Colapso cambial e cerco conservador marcaram o primeiro ciclo, de natureza quase reflexa, encerrado na reeleição de 2006, em meio às denúncias do chamado mensalão.

Inicia-se, então, e de novo com a ressalva da demarcação rudimentar, a travessia de uma agenda econômica defensiva para um registro de maior margem de manobra ideológica, ofertado ao partido pela desordem neoliberal capitalista.

A condenação sem provas de algumas de suas mais expressivas lideranças na Ação Penal 470, num grotesco episódio do Direito que maculou o Judiciário e anexou o STF ao ativismo midiático conservador, adiciona um complicador e uma ruptura a esse percurso,a partir de 2013.

Em que medida o partido saberá andar no trilho duplo, e permitirá encadear a reação ao arbítrio ao impulso renovador de sua agenda? em que medida será capaz de fundir os dois imperativos, sem se perder na batalha do dia anterior, mas tampouco sacrificar e desguarnecer sua estrutura de quadros que ainda lhe são imprescindíveis?

Trata-se de um teste de superação da máquina e dos dirigentes petistas. Um teste único na história da esquerda brasileira. Vale a pena vivenciá-lo de forma engajada.

Nem de longe é um teste para ser travado exclusivamente em acertos de conta internos. 

Seu êxito requer um aggiornamento da vida democrática do partido, desde a base, até a reativação da caldeira intelectual, capaz – juntos – de sacudir a modorra percolada dos gabinetes. 

A questão é saber quem conseguirá catalisar essas transformações para dar um rosto novo ao PT.

O fato de que essa liderança não está pronta pode ser dramático: temos agendas sem um núcleo capaz de se assumir como seu porta-voz de peso. Mas também pode ser auspicioso: abre-se um espaço de renovação programática e militante.

Decorre daí a questão que nos leva de volta ao começo da conversa: em que medida o PT reúne energias e inquietações para voltar a ser, ao mesmo tempo, um fato, uma ideia e um sujeito do próximo ciclo do desenvolvimento brasileiro?

Se os desafios são imensos – imersos em um vale tudo desesperado do dispositivo midiático conservador – os trunfos de partida não são menores.

A consciência do divisor histórico sacode a modorra partidária em múltiplas frentes. O novo desponta em distintas dimensões.

O novo é Márcio Pochmann na direção da Fundação Perseu Abramo, que tem garra e talento para fazer desse tink thank petista, finalmente, um centro de reflexão da agenda da esquerda brasileira no século 21.

O novo é a caravana da cidadania de Lula, que deve percorrer e galvanizar o país – e afrontar o conservadorismo – a partir de fevereiro próximo.

O novo é a mídia alternativa ser reconhecida de uma vez por todas – como já faz a direção atual do PT, sob o comando de Rui Falcão – como parceira indispensável na transição para o desenvolvimento que o país urge e pode construir, em meio ao colapso neoliberal e a sabotagem conservadora.

O novo é Fernando Haddad em SP ecoando o desassombro de administrações progressistas em todo o Brasil.

O novo é fazer da maior metrópole brasileira um laboratório de renovação de políticas e práticas públicas de abrangência e ousadia equivalentes ao tamanho do anseio brasileiro por democracia e justiça social.

O novo recobre de sentido histórico a virada mecânica do calendário.

Que 2013 seja um Ano Novo digno desse nome.

Estamos fora da rede em virtude de falha no provedor de internet

O provedor público de internet, localizado no município de Urânia, não deu qualquer satisfação à população de São Francisco. Versões extra oficiais circulam informando que forte descarga elétrica teria danificado os equipamentos do contratado que estaria trabalhando para reestabelecer os serviços que foram interrompidos antes do Dia Municipal da Desmama (1º de janeiro de 2013) em São Francisco – SP

prefeitura

Mauricio foi eleito Prefeito de São Francisco derrotando os Demonotucanalhas.

Publicado em 8 de outubro de 2012 por murilopohl

Ontem o povo votou e escolheu o novo Prefeito Municipal de São Francisco. A coligação Administração Popular São Francisco para Todos, formada pelo PSD – PTB – PT – PSB – PP venceu as eleições obtendo 53,57 % dos votos, foram 1230 votos silenciosos.

A família, o povo, crianças e adultos, aguardavam respeitosamente unidos, o resultado das urnas, a decisão pupular.

Duas horas antes do encerramento da votação, simpatizantes da coligação Demonotucana já comemoravam a vitória, dada como certa por eles.

Fogos de artifício pipocavam e se podia ouvir pelas ruas manifestações raivosas contra os eleitores e simpatizantes da oposição.

Por prudência, diante das ameaças de violência, a coordenação da campanha oposicionista deslocou sua militância para a frente da residência do Prefeito, agora eleito, onde se fazia a apuração paralela dos resultados, aguardados de forma silenciosa e ordeira.

Divulgados os resultados com a vitória da oposição a alegria tomou conta de todos, todos riam, muitos riam e choravam de alegria ao mesmo tempo. Passados os primeiros momentos, atendendo ao pedido do Prefeito eleito Mauricio, e Adão, eleito vice, todos se irmanaram.

Centenas de pessoas emocionadas proferiram uma oração de agradecimento à Deus e saíram em seguida em emocionada passeata pelo centro da cidade.

A esperança venceu o mêdo.


 Seq.  Número  Nome  Partido/Coligação Votos  % Válidos 
 * 1  15500  DITO DA ITAPIREMA  PMDB – PMDB / PSC 109  4,69 % 
 * 2  25555  GILMAR DA ASSOCIAÇÃO  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 109  4,69 % 
 * 3  15000  SAULO DO ONIBUS  PMDB – PMDB / PSC 101  4,34 % 
 * 4  10710  ANDERSON PIMENTA  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB 97  4,17 % 
 * 5  55555  NELSINHO DA AMBULÂNCIA  PSD – PTB / PSD 96  4,13 % 
 * 6  40456  FUMÃO  PSB – PP / PSB 92  3,96 % 
 * 7  15015  JOÃO MARCOS  PMDB – PMDB / PSC 88  3,78 % 
 * 8  45145  ISSAU  PSDB – PRB / DEM / PV / PSDB 87  3,74 % 
 * 9  14000  NIVALDO BAIANO  PTB – PTB / PSD 65  2,79 % 
 10  11222  RENAN DA ESMERALDA  PP – PP / PSB 86 3,70 %
 11  25610  CARLIM DA PÁ  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 83 3,57 %
 12  20000  AMILTON VEREADOR  PSC – PMDB / PSC 82 3,53 %
 13  25670  MISCA DA AMBULÂNCIA  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 74 3,18 %
 14  45123  REGINALDO  PSDB – PRB / DEM / PV / PSDB 68 2,92 %
 15  11456  GIBA  PP – PP / PSB 65 2,79 %
 16  15123  DINEI  PMDB – PMDB / PSC 55 2,36 %
 17  45678  HORACIO  PSDB – PRB / DEM / PV / PSDB 51 2,19 %
 18  15670  DONIZETE DA HORTA  PMDB – PMDB / PSC 49 2,11 %
 19  25123  MIRIM DO POSTO DE SAUDE  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 44 1,89 %
 20  25120  VALDIR DA ITAPIREMA  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 41 1,76 %
 21  55123  SANDRO PINTOR  PSD – PTB / PSD 40 1,72 %
 22  15630  PRETO PASSARIM  PMDB – PMDB / PSC 39 1,68 %
 23  55147  MARQUINHO DO TIÃO CRUZ  PSD – PTB / PSD 36 1,55 %
 24  40000  EVANDRO  PSB – PP / PSB 34 1,46 %
 25  15555  ELIANI DO POSTO  PMDB – PMDB / PSC 33 1,42 %
 26  15010  PAULÃO DO KAITITE  PMDB – PMDB / PSC 32 1,38 %
 27  55000  ZILDA LUCAS  PSD – PTB / PSD 32 1,38 %
 28  10900  BRUNO DA PADARIA  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB 31 1,33 %
 29  55369  FABRICIO DE ARAUJO  PSD – PTB / PSD 31 1,33 %
 30  25222  MARLENE DO GELIM  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 30 1,29 %
 31  13123  VERGINIA  PT 29 1,25 %
 32  11251  NENO CARRANÇA  PP – PP / PSB 25 1,07 %
 33  55333  EDER TREVISAN  PSD – PTB / PSD 21 0,90 %
 34  55678  ROGERIO PEDREIRO  PSD – PTB / PSD 21 0,90 %
 35  14123  BALAIO  PTB – PTB / PSD 17 0,73 %
 36  13000  NAIR DO BISCOITO  PT 17 0,73 %
 37  40248  MARIA DO ZUZA  PSB – PP / PSB 16 0,69 %
 38  55777  MARIA DO NELSON SANGA  PSD – PTB / PSD 15 0,64 %
 39  13033  DIO  PT 13 0,56 %
 40  55400  SILVINHO MANCUSO  PSD – PTB / PSD 13 0,56 %
 41  15100  ERCILIO  PMDB – PMDB / PSC 12 0,52 %
 42  15680  JOÃO PARDAL  PMDB – PMDB / PSC 12 0,52 %
 43  55789  FI DO ZÉ QUEIROZ  PSD – PTB / PSD 11 0,47 %
 44  15678  PAULINHA  PMDB – PMDB / PSC 11 0,47 %
 45  15155  SILVANINHA DO POSTO  PMDB – PMDB / PSC 9 0,39 %
 46  55321  ZÉ DO TALIBA  PSD – PTB / PSD 9 0,39 %
 47  13111  VERA DO CHOCOLATE  PT 8 0,34 %
 48  13555  NAIRÇO  PT 7 0,30 %
 49  11797  LUCILA DO NELSINHO  PP – PP / PSB 7 0,30 %
 50  25000  AUGUSTINHO DO BAZAR  DEM – PRB / DEM / PV / PSDB 7 0,30 %
 51  43024  NEURY  PV – PRB / DEM / PV / PSDB 7 0,30 %
 52  20142  NICE GARCIA  PSC – PMDB / PSC 6 0,26 %
 53  15610  LUCIA CAETANO  PMDB – PMDB / PSC 5 0,21 %
 54  55300  SILVANA TUPAN  PSD – PTB / PSD 5 0,21 %
 55  55200  ANDREIA DA PADARIA  PSD – PTB / PSD 4 0,17 %
 56  10800  LEANDRO DO MERCADO DO PAULINHO  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB 4 0,17 %
 57  15999  ARI  PMDB – PMDB / PSC 3 0,13 %
 58  40121  PACHECO PROFESSOR  PSB – PP / PSB 3 0,13 %
 59  11789  DIEGO GONÇALVES  PP – PP / PSB 3 0,13 %
 60  55266  VERA  PSD – PTB / PSD 2 0,09 %
 61  14100  NEUZA BONFIM  PTB – PTB / PSD 0 0,00 %
 62  40100  MARTA DENISIA  PSB – PP / PSB 0 0,00 %
 63  10600  TONINHA PERES  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB 0 0,00 %
 64  10000  GISELY PIMENTA  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB 0 0,00 %
 65  45000  DANIELLY MIANI  PSDB – PRB / DEM / PV / PSDB 0 0,00 %
 66  10500  JULIANA SAROBA  PRB – PRB / DEM / PV / PSDB